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Simpósio Amazônia Sustentável

Caminhos para uma Amazônia mais sustentável:
um diálogo entre ciência e sociedade

Hotel Grand Mercure, Belém, Pará – 06 de dezembro de 2016

Esta reunião oferece uma chance única de examinar os desafios e as oportunidades relacionadas à conservação da Amazônia Oriental e ao desenvolvimento rural de maneira sustentável.

O seminário, organizado pela Rede Amazônia Sustentável (RAS), terá duração de um dia e será marcado pela participação de um público bastante diverso: em um mesmo espaço, estarão reunidos pesquisadores, tomadores de decisão e líderes da sociedade civil. “Por se tratar de uma região em rápida transformação”, analisa Joice Ferreira, da Embrapa Amazônia Oriental e membro do Comitê Gestor da RAS, “o momento para essas discussões é bastante oportuno”.

 

Durante o Seminário, os representantes da RAS irão compartilhar percepções de campo e os resultados de suas pesquisas para abordar a sustentabilidade dos pontos de vista ecológico, social e econômico. Dessa forma, a expectativa é proporcionar uma base robusta de evidências capazes de municiar, com informação de qualidade, a tomada de decisão rumo a paisagens mais sustentáveis.

Um dia antes da reunião principal, uma coletiva de imprensa com jornalistas de todo o Brasil será organizada. A interação com os pesquisadores poderá ser presencial ou por videoconferência.

O que queremos com o Simpósio?

DIVULGAR

as principais conclusões de um dos conjuntos de pesquisa mais abrangentes sobre a sustentabilidade nos usos da terra já realizados para as regiões tropicais de fronteira agrícola

FORNECER

um fórum único para representantes dos setores público, privado e civil da sociedade brasileira com interesse no futuro do desenvolvimento rural e da conservação no Brasil

IDENTIFICAR

como o conhecimento acumulado pela RAS e por outras iniciativas de pesquisa podem ajudar a identificar oportunidades concretas para melhorar a base de evidências de iniciativas voluntárias e propostas de legislação, e definir uma agenda duradoura para a gestão sustentável das paisagens amazônicas

INTENSIFICAR

o diálogo entre pesquisadores, tomadores de decisão, proprietários de terras e outros grupos em torno de alguns dos desafios mais urgentes da sustentabilidade enfrentados pelos habitantes da Amazônia brasileira e de outras regiões do Brasil

A Rede Amazônia Sustentável (RAS), composta por mais de 100 pesquisadores de 30 instituições do Brasil e do exterior, foi criada com o objetivo de usar a Ciência como provedora de medidas que fortaleçam a sustentabilidade na região Amazônica.

Fundada em 2009 para avaliar as consequências ambientais e sociais das mudanças nos usos da terra no leste da Amazônia brasileira, a RAS, ao trabalhar em 36 bacias hidrográficas e mais de 400 locais de estudo e propriedades agrícolas, representa uma das avaliações socioecológicas mais abrangentes já realizadas na região Amazônica.

Enxergamos a transição para a sustentabilidade como um processo contínuo de melhoria nas práticas de gestão; e a Ciência como um laboratório para testar novas ideias rumo a mudanças positivas. O trabalho da RAS tem sido importante ao chamar a atenção para os desafios políticos-chave relacionados ao desenvolvimento sustentável do bioma amazônico, ajudando a delinear legislações e destacando oportunidades e desafios para a gestão de paisagens florestais tropicais antropicamente modificadas. Exemplos relevantes do impacto dos trabalhos da RAS em processos políticos e de liderança em sustentabilidade dos usos da terra na região amazônica incluem:

provocar o debate sobre o uso sustentável dos recursos naturais no Brasil no mais alto nível do governo federal, inclusive por meio de um debate ao vivo no Senado Brasileiro em dezembro 2014

obter atenção da mídia, da sociedade civil e de tomadores de decisão para a degradação em florestas remanescentes da Amazônia brasileira, em especial após a publicação de um artigo-síntese na revista Nature, em Junho de 2016

ampla cobertura nos meios de comunicação brasileiros do trabalho da RAS, incluindo Folha de S. Paulo, O Globo, O Liberal, TV Cultura, TV Globo, Canal Rural e em websites como O Eco, InfoAmazonia, Conexão Planeta, revista Época, Observatório do Clima e vários outros, bem como em veículos de comunicação internacionais. Clique aqui para acessar alguns desses conteúdos

estabelecer um diálogo sobre sustentabilidade dos usos da terra para institutos e comunidades nas regiões de estudo por meio de publicações? didáticas, reuniões participativas, envolvimento de estudantes locais em pesquisas de longa duração

atuação no papel de coordenação de um grupo de trabalho técnico em apoio à Secretaria do Meio Ambiente e Programa Municípios Verdes no Pará para definição de legislação que regulamente a supressão de capoeiras no Estado (Instruções Normativas No 2 de 26 fevereiro de 2014 e No. 08 de 28 outubro de 2015)

A AGENDA DO SIMPÓSIO

Segunda-feira 5 de dezembro

Pré-evento com jornalistas

O Simpósio Amazônia Sustentável é um evento exclusivo para convidados, mas os interessados podem entrar em contato com a RAS. Pedidos de participação serão avaliados conforme a capacidade do evento.

Entre em contato com a RAS

Terça-feira 6 de dezembro

8:00 – Inscrições, com café
09:00 – Abertura do evento
Joice Ferreira, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental e integrante do Comitê Coordenador da RAS
Tasso Azevedo, Coordenador do Observatório de Clima e do Mapbiomas, empreendedor social em sustentabilidade, floresta e clima: reflexões em sustentabilidade dos usos da terra, seguida de interação com a audiência

10:00DIÁLOGOS CIÊNCIA-POLÍTICA (I)
O futuro das florestas Amazônicas em transformação

10 minutos de apresentação: Jos Barlow, da Universidade de Lancaster e do Comitê Coordenador da RAS
30 minutos de reflexões: debatedores convidados ao palco e discussão com espectadores – Thiago Valente Novaes (Presidente do Ideflor), Mateus Motter Dala Senta (Analista da Secretaria de Biodiversidade e Florestas-MMA), Cristina Galvão Alves, Analista Ambiental, Servico Florestal Brasileiro


10:45 – Intervalo com lanche


11:15DIÁLOGOS CIÊNCIA-POLÍTICA (II)
O futuro dos sistemas aquáticos Amazônicos em transformação
10 minutos de apresentação: Cecília Gontijo Leal, Pesquisadora de Pós-Doutorado, Museu Paraense Emílio Goeldi e membro da RAS
30 minutos de reflexões: debatedores convidados ao palco e discussão com espectadores – Brandina de Amorim (Agência Nacional de Águas), Edson Pojo (Semas)

12:00DIÁLOGOS CIÊNCIA-POLÍTICA (III)
Conservação e restauração florestal: Cumprindo a legislação de forma mais efetiva
10 minutos de apresentação: Joice Ferreira, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental e membro do Comitê Coordenador da RAS.
30 minutos de reflexões: debatedores convidados ao palco e discussão com espectadores – Justiniano Netto (Secretário do Programa Municípios Verdes), Gabriela Monice Arruda Rodrigues (Semas), Mauro Lucio de Castro Costa (ex-Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Paragominas)


12:45 – Intervalo para almoço


14:00DIÁLOGOS CIÊNCIA-POLÍTICA (IV)
O fogo como um agente modificador das paisagens de fronteira agrícola
10 minutos de apresentação: Erika Berenguer, da Universidade de Lancaster e membro da RAS
30 minutos de reflexões: debatedores convidados ao palco e discussão com espectadores – Manoel Edivaldo Santos Matos (Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém), Antonio Balderramas (Ibama-Prevfogo), Paulo Augusto Lobato (Coordenador Técnico EMATER)

14:45DIÁLOGOS CIÊNCIA-POLÍTICA (V)
Trajetórias para a sustentabilidade das economias rurais
10 minutos de apresentação: Toby Gardner, do Instituto Ambiental de Estolcomo (SEI, na sigla em inglês) e membro do Comitê Coordenador da RAS
30 minutos de reflexões: debatedores convidados ao palco e discussão com todos os espectadores – Hildegardo de Figueiredo Nunes (Secretário Estadual do Desenvolvimento Agropecuário e de Pesca), Eliane Moreira (Procuradora do Ministério Público Estadual), Cassio Pereira (Diretor-adjunto do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia-Ipam), Adnan Demachki (Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia–SEDEME)


15:45 – Intervalo com lanche


16:15Síntese e reflexões, seguida de interação com a audiênciaMatthew Shirts, jornalista americano radicado no Brasil há mais de 30 anos, um dos criadores do projeto Planeta Sustentável, da Editora Abril, ex-colunista do Estadão e ex-redator chefe da revista National Geographic Brasil

17:00 Fechamento seguido de coquetel

INSTITUTOS COORDENADORES

PARCEIROS DA RAS

– Arthur Rylah Institute
– Boston University
– Centre de coopération internationale en recherche agronomique pour le développement – CIRAD
– Centro de Energia Nuclear na Agricultura, Universidade de São Paulo
– Departamento de Economia, Universidade de São Paulo (USP)
– Embrapa Agrobiologia
– Embrapa Informática Agropecuária
– Embrapa Monitoramento por Satélite
– Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Esalq/USP
– Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo
– Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
– Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON)
– Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)
– London School of Economics (LSE)
– Manchester Metropolitan University
– Oregon State University
– The Nature Conservancy (TNC)
– U.S. Environmental Protection Agency Office of Research and Development
– Universidade do Estado do Pará (UEPA)
– Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
– Universidade Federal de Goiás (UFG)
– Universidade Federal de Lavras (UFLA)
– Universidade Federal de Viçosa (UFV)
– Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
– Universidade Federal do Pará (UFPA)
– Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
– Universidade Federal Mato Grosso (UFMT)
– Universidade Rural da Amazônia (UFRA)
– University of Cambridge
– University of Canberra
– University of Exeter

PRINCIPAIS AGENTES FINANCIADORES

– Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
– Darwin Initiative (DFID)
– Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
– Natural Environment Research Council
– Swedish Research Council Formas
– The Nature Conservancy

OUTROS AGENTES FINANCIADORES

– A Fundação Amazônia Paraense de Amparo à Pesquisas do Pará (FAPESPA)
– A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)
– Banco Itaú
– Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
– Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON)
– British Council
– Royal Society

Está interessado no trabalho desenvolvido pela RAS? Entre em contato:

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